quarta-feira, 5 de março de 2008
domingo, 2 de março de 2008
O mergulho
"Um rio é uma corrente natural de água que flui com continuidade. Possui um caudal considerável e desemboca no mar, num lago ou noutro rio, e em tal caso denomina-se afluente"
Uma imagem não me sai da cabeça... Precorre os meus pensamentos de forma constante e persistente. A imagem de um Rio. Um Rio longo de àguas controladas, correndo de forma desenfreada e fluida até que se depara com os seus vários afluentes... Aí, por um momento, tudo parece parar para depois a sua água, que outrora fora uniforme, inseparavel e coesa, se dividir distribuindo-se de forma porporcional pelos seus vários afluentes. Um rio, efectivamente, caracteriza-se pela fluidez das suas àguas que correm aparentemente pacatas. Hoje acordei como se tivesse nadado horas interminaveis por um rio longo e tivesse acordado exactamente na altura em que me dividiria para me "desdobrar" pelos meus diversos afluentes. Será que de alguma forma poderemos ser comparados a um rio? Com uma estrada com vários atalhos? E se tentamos ir por todos os afluentes e atalhos que se nos deparam pela frente? Podemos dividirmos de forma equitativa por todos eles? Nesse caso, como caracterizar que tipo de rio somos? Que nome dar à nossa estrada? Hoje acordei com a sensação que nadei dias e dias, talvez meses ou anos por um longo rio... Uma jornada cansativa, exigente e longa, mas também onde pude descobrir ora pedrinhas coloridas e belas ora pedragulhos e rochedos que tentaram interceptar-me. Vi peixinhos esgios e com cores apelativas, tubarões e algas... Sinto que me encontro no final deste "Rio" e que perante mim estao varios afluentes... Opto por ir primeiro por aquele que me atrai pela sua constancia... Mas porque não voltar atrás e também dar uma braçadas no outro? Verdade que não é tão constante nem "sólido" mas corre de forma divertida e colorida. Sei que regressarei deste segundo afluente com os olhos cheios de cor e talvez alguns sorrisos de belezas momentaneas... Contudo, o vazio será insuportavel....
Mergulho sem medos, sem olhar par trás. Foste tu o afluente que escolhi. Assumo a minha escolha. Não quero ter tudo. Não quero ter nada. Não quero nadar e provar de todos os afluentes. Quero ser única, enverdar apenas pelo que quero. Assumir o que escolho. Ser assumida por quem me escolhe (...)
Uma imagem não me sai da cabeça... Precorre os meus pensamentos de forma constante e persistente. A imagem de um Rio. Um Rio longo de àguas controladas, correndo de forma desenfreada e fluida até que se depara com os seus vários afluentes... Aí, por um momento, tudo parece parar para depois a sua água, que outrora fora uniforme, inseparavel e coesa, se dividir distribuindo-se de forma porporcional pelos seus vários afluentes. Um rio, efectivamente, caracteriza-se pela fluidez das suas àguas que correm aparentemente pacatas. Hoje acordei como se tivesse nadado horas interminaveis por um rio longo e tivesse acordado exactamente na altura em que me dividiria para me "desdobrar" pelos meus diversos afluentes. Será que de alguma forma poderemos ser comparados a um rio? Com uma estrada com vários atalhos? E se tentamos ir por todos os afluentes e atalhos que se nos deparam pela frente? Podemos dividirmos de forma equitativa por todos eles? Nesse caso, como caracterizar que tipo de rio somos? Que nome dar à nossa estrada? Hoje acordei com a sensação que nadei dias e dias, talvez meses ou anos por um longo rio... Uma jornada cansativa, exigente e longa, mas também onde pude descobrir ora pedrinhas coloridas e belas ora pedragulhos e rochedos que tentaram interceptar-me. Vi peixinhos esgios e com cores apelativas, tubarões e algas... Sinto que me encontro no final deste "Rio" e que perante mim estao varios afluentes... Opto por ir primeiro por aquele que me atrai pela sua constancia... Mas porque não voltar atrás e também dar uma braçadas no outro? Verdade que não é tão constante nem "sólido" mas corre de forma divertida e colorida. Sei que regressarei deste segundo afluente com os olhos cheios de cor e talvez alguns sorrisos de belezas momentaneas... Contudo, o vazio será insuportavel....
Mergulho sem medos, sem olhar par trás. Foste tu o afluente que escolhi. Assumo a minha escolha. Não quero ter tudo. Não quero ter nada. Não quero nadar e provar de todos os afluentes. Quero ser única, enverdar apenas pelo que quero. Assumir o que escolho. Ser assumida por quem me escolhe (...)
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